
Eu falo o que eu penso, eu grito quando eu quero, quando eu não gosto eu admito, se eu amo eu demonstro. Minhas atitudes e meu jeito persistente vão te fazer entrar no meu jogo e joga-lo sem você sequer perceber.
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"Ele: Espera, espera… Não desliga o telefone.
Ela: Por quê?
Ele: Gosto de ouvir sua voz."
"Um dia você vai se lembrar de mim. Os números da sua agenda passarão claramente na sua frente e você não terá nenhum para discar. Talvez, até tente o meu, mas até lá posso não querer mais te atender ou talvez nem seja mais meu aquele número. Você vai tentar chamar alguém, mas não vai haver ninguém pra sair correndo e te dar um abraço, nem te colocar no colo ou acariciar seus cabelos até que o mundo pare de girar. Nessa fração de segundo, quando seus pés perderem o chão, você vai lembrar do meu carinho e do meu sorriso infantil. Virão súbitas memórias gostosas dos meus beijos e abraços, da minha preocupação quando você saía e esquecia de pegar a blusa de frio… E só terá uma música repetindo no seu rádio: a nossa doce sinfonia. Em um novo momento você vai sentir um aperto no peito, uma pausa na respiração, e vai torcer bem forte para ter o nosso mundinho de volta, mundinho difícil, mas cheio de amor e carinho. Vai ouvir a chuva cair e vai sentir um imenso vazio por não ter um grande amor pra compartilhar esse momento. Não terá alguém para brincar de se jogar na grama nos dias ensolarados, nem para admirar o pôr-do-sol sobre a ponte da pequena cidade. Talvez, nem consiga mais sentir o frescor do vento. O nome disso é saudade, aquilo que eu tinha tanto e te falava sempre. E quando você finalmente bater na minha porta, ela estará trancada, ou se aberta, mostrará uma casa vazia. Seus olhos te ensinarão o que são lágrimas, aquelas que eu te disse que ardiam tanto. E você vai lembrar dos carinhos nas costas pra você dormir, dos paninhos quentes pra aliviar sua dor de madrugada, da minha inocência que ria de tudo que você falava, do meu jeito bobo, do meu jeito de tentar te fazer feliz… O nome do enjoo que você vai sentir é arrependimento, e a falta de fome será a tristeza, a mesma que eu senti por tanto tempo. Um dia você irá se deitar, e quando olhar para o teto do quarto escuro, vai se lembrar que as estrelas poderiam estar lá, para iluminar todas as suas noites frias. Mas tudo o que você verá é a escuridão. Então quando os dias passarem e eu não te ligar, quando nada de bom te acontecer e ninguém te olhar com os meus olhos encantados… você encontrará a solidão. E você vai ver que diante de tudo isso, alguns dos meus defeitos poderiam ter sido perdoáveis. A partir daí, o que acontecerá chama-se surpresa. E provavelmente o remédio para todas essas sensações… é o tal do tempo em que você tanto falava!"
"Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma."
"Mas eu sou assim, vou mandar você sumir da minha vida, mas por dentro, vou gritar pedindo pra que você fique."
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"Ele: Espera, espera… Não desliga o telefone.
Ela: Por quê?
Ele: Gosto de ouvir sua voz."
"Um dia você vai se lembrar de mim. Os números da sua agenda passarão claramente na sua frente e você não terá nenhum para discar. Talvez, até tente o meu, mas até lá posso não querer mais te atender ou talvez nem seja mais meu aquele número. Você vai tentar chamar alguém, mas não vai haver ninguém pra sair correndo e te dar um abraço, nem te colocar no colo ou acariciar seus cabelos até que o mundo pare de girar. Nessa fração de segundo, quando seus pés perderem o chão, você vai lembrar do meu carinho e do meu sorriso infantil. Virão súbitas memórias gostosas dos meus beijos e abraços, da minha preocupação quando você saía e esquecia de pegar a blusa de frio… E só terá uma música repetindo no seu rádio: a nossa doce sinfonia. Em um novo momento você vai sentir um aperto no peito, uma pausa na respiração, e vai torcer bem forte para ter o nosso mundinho de volta, mundinho difícil, mas cheio de amor e carinho. Vai ouvir a chuva cair e vai sentir um imenso vazio por não ter um grande amor pra compartilhar esse momento. Não terá alguém para brincar de se jogar na grama nos dias ensolarados, nem para admirar o pôr-do-sol sobre a ponte da pequena cidade. Talvez, nem consiga mais sentir o frescor do vento. O nome disso é saudade, aquilo que eu tinha tanto e te falava sempre. E quando você finalmente bater na minha porta, ela estará trancada, ou se aberta, mostrará uma casa vazia. Seus olhos te ensinarão o que são lágrimas, aquelas que eu te disse que ardiam tanto. E você vai lembrar dos carinhos nas costas pra você dormir, dos paninhos quentes pra aliviar sua dor de madrugada, da minha inocência que ria de tudo que você falava, do meu jeito bobo, do meu jeito de tentar te fazer feliz… O nome do enjoo que você vai sentir é arrependimento, e a falta de fome será a tristeza, a mesma que eu senti por tanto tempo. Um dia você irá se deitar, e quando olhar para o teto do quarto escuro, vai se lembrar que as estrelas poderiam estar lá, para iluminar todas as suas noites frias. Mas tudo o que você verá é a escuridão. Então quando os dias passarem e eu não te ligar, quando nada de bom te acontecer e ninguém te olhar com os meus olhos encantados… você encontrará a solidão. E você vai ver que diante de tudo isso, alguns dos meus defeitos poderiam ter sido perdoáveis. A partir daí, o que acontecerá chama-se surpresa. E provavelmente o remédio para todas essas sensações… é o tal do tempo em que você tanto falava!"
"Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma."
"Mas eu sou assim, vou mandar você sumir da minha vida, mas por dentro, vou gritar pedindo pra que você fique."
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About me
Jessie Kubis.
Espontânea, assim que eu sou. Vou sempre arrumar um jeito de te fazer sorrir, nem que para isso, eu tenha que apelar e fazer cócegas. Agitada é pouco pra mim. Se te irritar é porque eu tenho confiança em você. Vou me preocupar com você, muito, muito mesmo. Faço do tipo protetora, sabe? Frutas, saladas e água mineral? Não, eu não faço esse tipo, um pouco de álcool na vida é bom porque nenhuma história começa com "Ontem eu comi uma salada..." Amo tênis mas não dispenso um salto. Não tenho frescura. Topo tudo, ou quase tudo. Não nascemos sabendo de tudo, sempre há o que aprender, o aprendizado não acaba nem para mais inteligentes, nunca subestime ninguém, assim você estará só provando o quando você é inferior e o quanto você pode ser bem mais ignorante que você pensa. Adoro surpresas. Sou medrosa, divertida. Amo abraçar. Amo meus cilios. Odeio quando uma coisa não dá certo. Odeio pessoas previsíveis. Já fugi de casa. Já me ferrei. Gosto de gays. Amo meus amigos mais que tudo nesse mundo. Gosto das minhas unhas compridas. Meu quarto é uma zona. Durmo em qualquer condição. Acho que é difícil alguém me entender. Sinto ciúme excessivo de algumas pessoas mais procuro não demonstrar. Amo o meu irmão demais, demais mesmo, ás vezes eu sinto como se fosse meu único amigo. Adoro que sintam ciume de mim, isso mostra que sou ao menos um pouco importante pra pessoa. Ouço coisas que dói e muito, mais quem se importa? Nunca vou esquecer dos irmãos Stifler. Gosto de sagu, com vinho. Gosto de torrada com requeijão. Sou viciada em doce, e eu preciso diariamente de um. Não acredito que alguem leia isso, e nem me importo. Amo muito a minha mãe e meu pai apesar da gente brigar muito. Adoro pijama. Adoro banho. Adoro as cobertas da Jaqueline. Gosto de crocs, eles são confortáveis. Adoro fazer festa. Adoro beber, sem excessos, é claro. Quero ter uma filha, mais antes um filho, e o nome dele vai ser Bernardo. Não gosto de depender dos outros. Não tenho paciência. Não gosto de brigas, mas brigo o tempo todo. Amo internet. Amo o bolinho da vó. Amo o volei e ele me trouxe muuuuuuuuuitas coisas boas. Tenho uma labradora e ela é hiperativa. Já fiz promessas que não pude cumprir, odeio quando isso acontece e me sinto muito mal. Sinto falta de algumas poucas pessoas, mais essas poucas valem muito.
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About here
Não peço que me leve aos cantos bonitos, caros e cheios de palavras bonitas inglesas. Não te peço horrores, nem te peço flores. Só te peço que me aceites. Que me leves, que me tires do que me pesa. Não peço demais, nem de menos, só peço que me segures a mão e não me peça mudanças. Autor Desconhecido
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